A contribuição de artes visuais, dança, música e teatro como disciplinas obrigatórias

Enviada em 15/06/2020

Conforme Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. As disciplinas de Humanas e Linguagens tem importância fundamental na formação das pessoas como agente critico da realidade, identificar padrões de pensamentos e prever determinadas atitudes em relação a outras pessoas é de suma importância para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. No entanto, muitas vezes as disciplinas de artes, musica, dança, e teatro podem ser subestimadas pela sociedade e políticos, como disciplinas “não uteis”, “desnecessárias”, isso acontece de forma equivocada por parte deles. Desse modo, vale salientar que sociedade sem senso critico está fadada a cometer os mesmos erros do passado, segundo Emília Viotti da Costa.

Nesse contexto, a sociedade brasileira sofre com a desinformação por parte de alguns políticos, enquanto eles defendem a exclusão ou a opção de escolher qual matéria o aluno acha melhor cursar agora com a reforma do ensino médio, aluno este que geralmente tem menos de 18 anos,  é perceptível a falta de sensibilidade por uma parte dos políticos o qual não buscam ter uma sociedade mais critica e justa.

Ademais, professores e amantes dessas áreas perdem muito com a falta de valorização e investimento por parte do governo federal. Nesse cenário, a sociedade fica a merce do radio e da televisão para construir ideias e opiniões, no Brasil de hoje, no qual se tem um numero muito baixo de leitores, cerca de 2 livros por ano o brasileiro lê, segundo o site G1. Em posse dessa informação, torna-se imprescindível para a sociedade brasileira as disciplinas de artes, dança, musica e filosofia para a formação do cidadão critico. Dessa forma, a possibilidade de manipulação por grupos radicais e extremistas tende a diminuir sobre os brasileiros.

Portanto, um forma de defender a sociedade brasileira de possíveis politicas que ferem o trabalho de profissionais da educação seria leis de garantia do emprego dos profissionais da educação em geral. Para tanto,  é dever  do Ministério da Educação, Justiça, e do Poder legislativo como agentes das leis que protegem os mais pobres e vulneráveis de medidas que ferem a honra e a dignidade de determinadas profissões. Essa proposta tem por finalidade, caso aprovada, não só defender o trabalho dos profissionais da educação, mas também contribuir para um sociedade mais justa e democratica.