A contribuição de artes visuais, dança, música e teatro como disciplinas obrigatórias
Enviada em 21/10/2020
Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer no seu moviemento até que uma força suficiente atue sobre ele, mundando de percurso, faz analogia à disciplinas artísticas nas escolas que visam desenvolver o convívio social como meio de inclusão e liberdade de expressão. Levando em consideração que a escola é o órgão que prepara o estudante para o mundo contemporâneo.
De início é válido destacar que na história do Brasil, desde o Brasil Colônia, existe opressão cultural, retratado com a chegada dos Jesuítas às tribos indígenas, os quais queriam catequisar os índios com a religião católica. Posto isso, fica perceptível a repressão sofrida pelo indígenas, ato percebido na contemporaneidade como, por exemplo, censura às artes, opressão a capoeira por ser de origem africana, logo, é notório que disciplinas artísticas obrigatórias nas escolas rompem preconceitos e promovem a inclusão social se ensinadas desde cedo.
Além do mais, disciplinas artísticas promovem o rompimento da timidez e estimula a criatividade favorecendo a liberdade de expressão . Ademais, a reforma no ensino médio criada pelo governo em 2017, proporcionou um maior contato dos estudantes com outras culturas, já que são obrigatórias como estudo e prática o aluno não ficará só lendo teoria, o que causa desinteresse, podendo criar peças de teatros, danças, músicas usando outras culturas como referência, desconstruindo a ideia de preconceito e diminuindo o apartheid cultural.
Dado o exposto, o governo deve investir por intermédio do Ministério da Cultura, em espaços, nas escolas para a realização de peças de teatros, salas de danças e música. Cabe também aos estados, através de verbas do governo, criar espaçoes públicos como museus e projetos para lutas, danças, jogos e outras artes para promover a inclusão social.