A contribuição do empreendedorismo para o desenvolvimento local

Enviada em 28/05/2021

O filósofo Nicolau Maquiavel afirmava que, “Não há nada mais difícil ou perigoso do que tomar frente de uma mudança”. Contudo, observa-se, na contemporaneidade, o alarde índice de desemprego, diante disso, vê-se que a iniciativa dos trabalhadores informais tem alavancado não só o comércio regional, como também o progresso das cidades. Nesse contexto, surge o desnivelamento de políticas públicas, bem como a indústria cultural como fonte dessa problemática.

Deve-se pontuar, de início, a negligência do poder público acerca da contribuição do empreendedorismo para o desenvolvimento local, uma vez que o Brasil é regado de crises econômicas, o que, consequentemente, aumenta às taxas da inflação e progride para o desemprego em massa, propiciando ao cidadão, reestruturar suas formas de trabalho. De acordo com o site G1, pequenas empresas representam cerca de 20% do PIB e respondem por 60% de empregos no Brasil conforme informa o IBGE. Por analogia, percebe-se que o empreendedorismo é o novo parâmetro de mercado, quanto maior o agenciamento, menor a taxa de desemprego, resultando não apenas na movimentação da economia local, mais também para a desenvoltura da cidade como um todo, como: no turismo, infraestrutura, qualidade de vida, lazer, saúde e investimentos na educação.

Outrossim, é necessário enfatizar a colaboração da indústria cultural para com o empreendedor para o avanço da região, posto que com os novos aspectos de inovação que emergem o capitalismo na hodiernidade, é possível perceber o quão forte tem sido o crescimento do mercado digital. Segundo o empresário Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo". A partir desse ponto, nota-se que a internet dispõe-se como uma aliada ferramenta para a divulgação, venda e compra de mercadoria, facilitando até mesmo a logística e o custo benefício para o cliente e o comerciante. Desse modo, além de gerar empregos e aumentar o poder de consumo, a balança comercial promove o mutualismo de capital.

Entende-se, portanto, que é imprescindível incrementar que a agilidade do empreendedor na coletividade torna-se fundamental para  a manutenção da economia. Assim sendo, é responsabilidade do Ministério Público, por intermédio das prefeituras municipais, viabilizar verbas do orçamento público para projetos que possuam a finalidade de incentivar o investimento nesse setor, sobretudo nas áreas de baixa rentabilidade, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão, com intuito de impulsionar o surgimento de novos diligentes. Em suma, cabe ao Ministério da Educação, por meio das escolas, implantar na grade didática do ensino médio mecanismos de informações como: palestras, oficinas e bolsas de educação financeira, a fim de articular oportunidades científicas e visionárias para futuros microempreedimentos.