A contribuição do empreendedorismo para o desenvolvimento local
Enviada em 05/10/2021
Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o país tem avançado em diversas áreas sociais, sendo isso resultado do desenvolvimento científico e de progressivas políticas públicas. No entanto, problemas a difícil contribuição do empreendedorismo ainda persistem e afetam consideravelmente a sociedade. Nesse sentido, convém discutir as principais causas para essa questão problematizadora.
Nesse contexto, para o professor austríaco Peter Drucker, considerado pai da administração moderna, não existem países subdesenvolvidos e sim subadministrados. Embora essa constatação tenha sido proferida no início do século XX, ela se faz bastante atual, pois, quanto à contribuição do empreendedorismo para o desenvolvimento local, percebe-se uma leniência da gestão pública quando não se vê o incentivo por parte do governo - realidade essa que dificulta o desenvolvimento do país. Por conseguinte, se os pequenos comerciantes não tem acesso ao apoio do Estado, inevitavelmente muitas empresas locais se fecham, confirmando a subadministração de Drucker.
Além disso, a situação do difícil empreendedorismo para o desenvolvimento local é dificultado também em função da ignorância social, pois muitas pessoas reforçam a questão por total falta de conhecimento. Dessa forma, considera-se desconhecimento de causa quando a população opta por empresas internacionais pois não conhece o próprio comércio local; por sua vez, o desacaso de demais participes sociais é evidente, uma vez que a populção se recusa a consumir produtos nacionais e opta pelas empresas internacionais. Destarte, segundo Martin Luther King Junior, “nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e estupidez conscienciosa” e, sem instrução, além de ficarem presos à própria ignorância ignorância, a sensibilidade estará limitada para enxergar com maior clareza as posturas ofensivas e excludentes.
Por fim, é de extrema importância que medidas sejam feitas para reduzir a problemática ao máximo, visando valorizar mais o comércio local. Cabe ao Estado promover mais incetivos às empresas locais e aos comércios, através de campanhas e patrocínios. Assim, o país poderá evoluir e se tornar um lugar melhor.