A contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças
Enviada em 11/10/2019
A medicina foi uma das invenções mais extraordinárias que a humanidade pode contemplar, tendo o grego Hipócrates, conhecido como o “Pai da Medicina”, uma das mais importantes figuras da área médica, desenvolvendo teorias que, com aprimoramentos ao longos dos anos, contribuíram para a evolução dos conhecimentos médicos desde a Grécia Antiga até os dias atuais. Nesse contexto, hodiernamente, estamos presenciando a Quarta Revolução Industrial, com avanços da nanotecnologia na saúde, estabelecendo métodos que possibilitam maiores facilidades nos diagnósticos e atendimentos, evitando uma possível proliferação de doenças e atingindo o bem comum entre as pessoas.
A priori, a Agenda 2030 é um plano de ação de desenvolvimento sustentável proposto pela “Organização das Nações Unidas (ONU)”, abrangendo o âmbito econômico, social e ambiental, em 17 objetivos. Cabe destacar a meta 3, a qual propõem saúde para todos. Sob esse viés, os investimentos dos países na medicina, com a inserção da tecnologia nesse setor, contribui para desenvolver diagnósticos modernos e facilitar os atendimentos dos pacientes. Ademais, o combate às doenças também são facilitados com os meios tecnológicos envolvidos, devido aos procedimentos serem mais flexíveis e práticos, evitando maiores focos de determinadas enfermidades em certos locais. Por conseguinte, os interesses das nações em evoluir na área da saúde, irá atingir a meta 3 da Agenda 2030, por conta de maiores contribuições médicas para satisfazer as necessidades da sociedade.
Em segunda análise, na obra “Ética a Nicômaco”, Aristóteles retrata a conduta humana como uma prática de virtudes, tendo o homem, como a causa de suas próprias ações e, portanto, sem uma práxis virtuosa, não há possibilidade de se alcançar o bem comum. Sob esse prisma, os avanços tecnológicos na medicina são considerados como comportamentos éticos no Mundo, visto que contribuem para os tratamentos de doenças e outros auxílios, os quais permitem chegar ao bem comum entre a sociedade. Destarte, a conduta das nações em aprimorar a área da saúde, evita comprometer a vida coletiva, dado que essa ação ética protege a sua dignidade.
Em compêndio, os avanços na medicina contribuíram para o tratamento de doenças e outras grandes soluções, para satisfazer as necessidades das pessoas e alcançar o bem comum. Nesse sentido, cabe a ação copartícipe do Estado, da “ONU” e do “Ministério da Saúde” de continuar investindo na área médica, por meio da disponibilização de verbas em todas as localidades, a fim de garantir saúde para todos e facilitar os atendimentos e diagnósticos aos pacientes. Dessa forma, as nações irão continuar evoluindo e grandes inovações na medicina surgirão, evitando maiores complicações para a sociedade.