A contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças

Enviada em 15/01/2021

Durante o seculo XIV a Europa passou por uma grande epidemia de uma doença conhecida como peste-negra, que gerou um enorme número de vítimas a ponto de reduzir a população mundial em 450 milhões a 350 milhões de pessoas de acordo com historiadores. No entanto, nos tempos atuais as contribuições dos avanços da medicina permitem que o combate às doenças seja feito de forma multifocal, agindo na prevenção e no tratamento dos enfermos.

A prior, a vacinação trabalha no âmbito da prevenção e no controle da disseminação de patógenos, estimulando o sistema imunológico para a síntese de anticorpos que futuramente combaterão o agente infeccioso para qual a vacina foi criada. Desse modo, epidemias como a da peste-negra sendo causadas por vírus ou bactérias já conhecidas se transforma em uma realidade muito improvável.

Além disso, nos tempos antigos cortes ou ferimentos leves em alguns casos poderiam levar o individuo a morte, pois, a infecção por agentes causadores de doenças não era nada trivial de ser tratado por limitações da época. Nos tempos modernos, com o auxílio de antibióticos e remédios, que visam tratar os sintomas, a taxa de mortalidade por infecções e baixa em países desenvolvidos.

Portanto, é possível estabelecer a relação entre os avanços alcançados pela medicina moderna e o “deficit” na taxa de mortalidade de infecções se comparada aos seculos passados. Gracas a recuperação de doentes, proporcionada pelos fármacos, e a prevenção do contágio de agentes patológicos com o suporte da vacina. Em suma, almejando à queda na taxa de mortalidade por doenças o governo, em conjunto com o ministério da saúde deve promover manutenção adequada para hospitais da rede pública e manter os estoques de medicamentos em dia, para propor um atendimento eficaz aos enfermos, e conscientizar a população sobre os benefícios da vacinação coletiva, visando a prevenção da disseminação de epidemias.