A contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças
Enviada em 06/09/2021
A descoberta da penicilina contribuiu para o desenvolvimento da criação de diversas vacinas que melhoram a qualidade de vida populacional e deram uma solução para doenças que antes eram mortais. Nesse bojo, a contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças requer especial atenção. Acerca desse problema multifatorial, cabe enfatizar a negligência governamental no incentivo ao desenvolvimento de tecnologias brasileiras, bem como as consequências da falta de patentes brasileiras no âmbito da tecnologia.
Primeiramente, a falta de incentivo governamental para o desenvolvimento de tecnologias brasileira é uma desvantagem nos dias atuais. Assim, ao colocar como foco as principais empresas de desenvolvimento tecnológico, percebe-se que nenhuma é Brasileira, dentre elas tem-se a Apple, a Microsoft, a Amazon, o Facebook, entre outras. Em vista disso, é nítido afirmar que o Estado deixa marginalizado os setores de pesquisa e desenvolvimento, consequentemente, essa defasagem cria uma deficiência na contribuição do desenvolvimento de tecnologias para o tratamento de doenças na medicina moderna.
Outrossim, a falta de patentes brasileira gera um encarecimento na aquisição de instrumentos, máquina e bens internacionais para o tratamento dos doentes, o que diminui a qualidade de vida do país. Nesse sentido, a constituição de 1988 assegura o direito à saúde, ou seja, o Estado é responsável, inteiramente, pelo tratamento dos cidadãos, independente do custo desse processo. À luz dessa ótica, com a promessa de manter uma saúde democrática, porém com a aquisição de instrumentos do exterior, ascende no país, um gasto exacerbado de verba e uma deficiência na logística desse material, com efeito, devido a demora e falta de material, a qualidade de vida tende a cair.
Conclui-se, portanto, que a contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças ainda possui entraves a ser combatido. Com isso, cabe ao Estado enfatizar o desenvolvimento de pesquisas brasileiras, de forma a liberar mais verba para o setor de desenvolvimento e pesquisas- principalmente dentro das faculdades-, com a finalidade de diminuir a quantidade de tecnologias importadas. Ademais, cabe ao Estado- agente assegurador de direitos- o desenvolvimento de empresas de tecnologia brasileiras, de modo criar um mercado autentico brasileiro nesse setor, com a finalidade de substituir os materiais importados.