A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 14/01/2021

Na saga de filmes ‘‘Star Wars’’, é visto pelo espectador uma ampla diversidade de veículos de locomoção dos personagens. Premeditando ao contexto do filme e expondo as causas ocorridas no Brasil, vive-se uma crescente crise na mobilidade urbana. Isso acontece pelo elevado uso de meios automobilísticos e pela aglomeração de pessoas em transportes públicos.

A propósito de tal afirmação, podemos citar os impasses na alta utilização de carros e motos que sequenciaram em acidentes ocorridos na região metropolitana paulista. Um levantamento feito em 2018 pelo governo de São Paulo, apresentou que vinte e seis mil casos de acidentes foram feitos por automóveis no ano, sendo que 86% eram motocicletas. Logo, o acréscimo no uso desse tipo de mobilidade urbana fortalece o aumento do número de desastres, visto que com a adição de conduções a crise nas eventualidades se ampliam.

Consequentemente, a situação mostrada corrobora também para a aglomeração nos meios de deslocação pública. Na história brasileira, o primeiro transporte público era o bonde que transportava as pessoas em determinados pontos pré-estabelecidos. Contudo, nos dias atuais o mecanismo de viagem popular passou a ser os ônibus e os trens, que decorrente da evolução urbana, promoveu o ajuntamento nos ambientes de locomobilidade e esse problema proporciona desconforto aos passageiros pela falta de espaço e apesar da Constituição garantir o direito de ir e vir, não é citado a necessidade de passar por incômodo.

Portanto, para resolução da problemática, o Ministério do Transporte, responsável pela mobilidade nacional, deve, por meio de verbas, criar ciclofaixas para diminuir o uso dos automóveis e expandir os veículos compartilhados em prol de abaixar a aglomeração. Desse modo, seria evitado a crise na mobilidade urbana e seria possível ter uma diversidade de viaturas semelhante aos longas de Guerra nas Estrelas.