A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 31/10/2019

Um dos projetos do governo de Juscelino Kubitschek foi construir estradas para desenvolver indústrias automobilísticas, tendo exito em seu feito. Com o passar do tempo, a população teve um crescimento exorbitante e com esse desenvolvimento, problemáticas surgiram. Isso se evidência não só pelos enormes números de congestionamento nas grandes cidades, como também as lotações em diversos meios de transporte devido a má organização das instituições estatais.

Atualmente, nas grandes metrópoles brasileiras, uma das grandes dificuldades encontradas é a sua mobilidade onde há transito diariamente, seja por acidentes, seja pelo grande fluxo de veículos transitando no mesmo horário. Dentre esses e outros motivos, todos eles tem como resultado a falta de organização governamental e principalmente da educação dos motoristas. Segundo o filósofo grego Pitágoras, é preciso educar as crianças para que não seja necessário punir os homens.

Outrossim, são as lotações, seja os ônibus, seja os metros, tem condições precárias, visto que, há mais passageiros do que pode suportar pois, o número de transportes é menor que a quantidade de usuários. Outro problema que aflige os brasileiros é o calor enfrentado em suas jornadas dentro do veículo, onde a circulação do ar é quase inexistente. Outro fator, é mais da metade dos utilitários estarem em condições insalubres seja por estarem quebrados, seja por não funcionarem e ficarem sem concerto nas garagens.

Portanto, para reverter esta adversidade é necessário acionar o ministério do transporte em parceria com o legislativo na criação de leis que organizem as ruas e os transportes públicos, como por exemplo reforço dos rodízios de carros com a função de haver menos carros privados nas ruas e maior uso dos veículos utilitários. Com a finalidade de diminuir o congestionamento das avenidas e que tenha melhorias no uso das lotações já em circulação. Desse modo, talvez, o plano de JK tenha mais exito em nossa atual sociedade.