A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 28/10/2019
Congestionamento. Atraso. Poluição. Diversas são as características nefastas dos meios de locomoção no Brasil. Desse modo, medidas tornam-se necessárias à resolução da crescente crise na mobilidade urbana brasileira, causada, principalmente, pela ineficiência do transporte público e a falta de investimento governamental em diversidades locomotivas.
Antes de tudo, vale ressaltar que a má qualidade do deslocamento por meios coletivos age como catalisador proliferante do uso exacerbado de carros pela população. Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE em 2015, 83% dos entrevistados optaria pelo uso do transporte público caso o serviço prestado fosse eficiente. Portanto, sendo o automóvel a melhor opção de locomoção, as ruas permanecer-se-ão congestionadas.
Outrossim, destaca-se a falta de investimento em ciclovias e ferrovias como vetor exponencial da crise na mobilidade urbana brasileira. Juscelino Kubitschek, ex-presidente do Brasil, ao apoiar somente a industria automobilística em seu mandato, determinou as diretrizes do país. Logo, o atraso e a poluição por dióxido de carbono advindos pela alta incidência de carros configuram a realidade do indivíduo brasileiro.
Destarte, torna-se imprescindível a resolução da incógnita. Urge, pois, a necessidade de ação coligativa entre Governo Federal e Ministério do Transporte, em que o primeiro, por meio de licitações, liberará verba ao segundo. Portanto, cabe ao Ministério o repasse dessa verba ao projeto ‘‘Diversidade nas ruas’’, promovendo a difusão e ampliação de outros meios de transporte ao brasileiro. Deste modo, a mobilidade urbana no país tornar-se-á mais eficiente.