A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 30/10/2019

No Brasil contemporâneo, o aumento dos problemas de mobilidade urbana é um grande desafio a ser resolvido. Pois, a falta de estrutura das cidades corrobora essa problemática. Além disso, o grande número de veículos que transitam pelas ruas, avenidas e rodovias brasileiras também é um fator prejudicial.

Em primeiro lugar, deve ser dito que as vias geram problemas devido à negligência do poder público. De acordo com uma matéria do site G1, um levantamento da consultoria Inter.B. aponta que, em 2019, o Brasil vai investir 1,87% do PIB em infraestrutura, no entanto, o ideal seria 4,15%. Ademais, políticas de desenvolvimento estrutural são benéficas à economia brasileira, visto que, com obras, o índice de desemprego diminui e, por conseguinte, o comércio é movimentado, pois as pessoas têm mais dinheiro para consumir.

Outrossim, o cidadão pode contribuir para reduzir o caos da mobilidade urbana. “Qual a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa?” é o questionamento de Sigmund Freud, médico e fundador da psicanálise. Com base nesse pensamento, tendo em vista o grande número de engarrafamentos que o brasileiro enfrenta diariamente, entende-se que o indivíduo deve avaliar novas formas de locomoção, tais como ônibus e bicicleta. Todavia, isso será possível somente se alternativas forem dadas à solução desse impasse.

Portanto, é inegável a necessidade de resolução dos problemas de mobilidade urbana no Brasil. A fim de solucionar essa adversidade, sugere-se que o Ministério da Infraestrutura, em conjunto com as secretarias de obras dos estados e municípios, crie planos para a ampliação das avenidas e rodovias brasileiras, aumentando o número de faixas de circulação e também criando ciclovias, para que sejam diminuídos os efeitos do alto número de veículos em circulação e o cidadão tenha opções de transporte à curta distância. Desse modo, como disse Mahatma Gandhi, as pessoas poderão ser a mudança que elas querem ver no mundo.