A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 27/11/2019

Durante a primeira republica brasileira, Washington Luís inaugurou a primeira rodovia asfaltada do Brasil, a Rio-Petrópolis, a frase que resume seus anos de governo é :“Governar é abrir estradas”. Hodiernamente, o Brasil possui uma enorme frota de veículos visto que o país investiu primordialmente em rodovias. O excesso de veículos, diminui a mobilidade, principalmente nos grande centros,logo medidas que coíbam a falta desta seria essencial.

O grande número de veículos em circulação nos principais centros urbanos, como na grande São Paulo, causa uma baixa mobilidade urbana, que acarreta um maior tempo de deslocamento entre regiões. O transito lento é um dos principais causadores do stress nas grandes cidades, visto que o congestionamento das rodovias é um caso recorrente. Este, pode causar doenças respiratória graves, pelo fato dos motoristas respirarem, por um tempo relativamente grande, o monóxido de carbono liberado pela combustão incompleta dos veículos, como também outros gases tóxicos.

Outrossim, os meios públicos de transporte, como ônibus, mostram-se ineficazes, tendo em vista que se encontram lotados e ultrapassados, fazendo com a população prefira automóveis de uso próprio. Vale ressaltar ainda o alto custo dos transportes oferecidos pelo governo. Alem disso nota-se uma dificulte na locomoção de trasportes limpos, como bicicleta e patinete, onde o perigo nas rodovias impossibilita o uso destes.

Urge, portanto, a necessidade de medidas que viabilizem o deslocamento nos grandes centros. Logo, torna-se necessário que o Governo Federal juntamente com empresas privadas disponibilizem, com baixo custo e alto qualidade, meios de transporte, como ônibus e metros, para a população brasileira. Alem da construção de ciclovias e ciclofaixas para facilitar e incentivar o uso de meios de transportes mais limpos. Dessa forma a crise da mobilidade urbana poderá ser amenizada.