A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 18/02/2020

Após a Primeira Guerra Mundial,o diretor alemão Erwin Piscator criou o teatro Épico que tinha como objetivo modificar a sociedade e despertá-la a uma reflexão crítica.Na contemporaneidade, é importante resgatar esses princípios que permitem análise do contexto relacionado à crescente crise da mobilidade urbana brasileira,algo inadmissível em um país com tantos recursos como o Brasil.Assim, dois aspectos se fazem muito importantes.A baixa infraestrutura nas cidades e a falta da intervenção da escola nesse tema.

Em primeira análise,segundo o filósofo pré-socrático Heráclito,tudo se transforma nada é permanente.Nesse contexto,percebe-se que as cidades brasileiras estão crescendo em um ritmo acelerado e a falta de planejamento para mudanças estão comprometendo a infraestrutura das cidades.Somando-se a isso, metrópoles como São Paulo enfrentam diariamente a problemática,com trabalhadores muitas vezes precisando acordar muito cedo para chegar a tempo ao trabalho.

Outrossim,de acordo com Nelson Mandela,a educação é a arma mais poderosa para transformarmos nosso meio social.Nessa perspectiva,a falta de abordagem do tema em escolas impossibilitam ao aluno conhecer seus direitos e se mobilizar em prol de uma causa,o que pode acabaria acabar com o problema,visto que,segundo o IBOPE em São Paulo,aproximadamente 84% dos entrevistados deixariam de utilizar o automóvel se a qualidade do transporte público oferecida estivesse boa.

Portanto,cabe as escolas em parceria com a mídia,a criação de projetos de manifestações em todo o território brasileiro que sofre com o crescente desafio,por meio de debates ,palestras ,passeatas na qual os alunos e professores irão expor defeitos da cidade mobilizando cada vez mais a comunidade com a finalidade de solucionar o problema e mostrar as pessoas que podemos lutar por nossos objetivos,pois assim como está na constituição de 1988,“todo poder emana do povo”.