A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 04/03/2020

No governo de Juscelino Kubistchek,grandes avanços foram realizados,um desses foi a construção de rodovias,o que possibilitou maior mobilidade no Brasil.No entanto,o ágil crescimento urbano tem proporcionado problemáticas que precisam ser sanadas.Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados,como a eminente extinção de outro meios de deslocamento  e as consequências  refletidas no meio ambiente.

Em primeiro lugar,cabe pontuar que a construção em massa de rodovias acarreta uma redução na utilização de outros transportes.  Comprova-se isso nos dados revelados pelo Banco Mundial,os quais afirmam que 58% do transporte no país é  feito por rodoviárias,percebe-se assim ,que o tal meio  segue ocupando mais da metade da locomoção do país .Desse modo,ferrovias e hidrovias devem ser acrescentadas para uma melhor mobilidade urbana no Brasil.

Além disso,a questão também afeta o meio ambiente ,visto que quanto mais automóveis em circulação maior a emissão de CO2 na atmosfera.Assim, destaca-se como problema o derretimento das geleiras e a intensificação do efeito estufa,que possui como consequências a redução de animais dos polos e o câncer de pele.Logo,a questão afeta a saúde das pessoas em nível global,sendo preciso intervenções para minimizar o problema.

Portanto,os grandes avanços realizados por Juscelino devem ser revistos para evitar que a questão persista.Sendo assim,o governo Federal,estadual e municipal deverão subsidiar as indústrias de automóveis coletivos a fim de investir em acentos mais confortáveis e um número maior de ônibus em circulação.Ademais, esses três governos também precisão construir mais ciclovias e ferrovias com objetivo de diversificar os meio de locomoção.Em suma, aumentará o transporte público e reduzirá a emissão de CO2 na atmosfera resultando em uma melhoria para todos.