A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/03/2020
No governo de Juscelino Kubistchek grandes avanços foram realizados,um desses foi a construção de rodovias,o que possibilitou maior mobilidade no Brasil.No,entanto o ágil crescimento urbano tem proporcionado problemáticas que precisam ser sanadas.Nesse contexto,há dois fatores que não podem ser negligenciados,como o número alarmante de veículos individuais em circulação e as consequências refletidas no meio ambiente.
Em primeiro lugar, cabe pontuar que a construção em massa de rodovias acarreta uma redução na utilização de outros meios de transportes.Comprova-se isso,nos dados revelados pelo Banco Mundial ,o qual afirma que 58% do transporte do país é feito por rodovias.Dessa forma,nota-se que o número de transportes rodoviários cresce na mesma proporção que os acidentes e estresse no trânsito.
Além disso,a questão também afeta o meio ambiente,visto que quanto mais automóveis individuais em circulação maior a emissão de CO2 na atmosfera.Assim,destaca-se como problema o derretimento das geleiras e a intensificação do efeito estufa,que têm como consequências a redução de animais dos polos e o câncer de pele.Desse modo,fica evidente que medidas devem ser tomadas.
Portanto,os grandes avanços realizados por Juscelino devem ser revistos,a fim de minimizar a mobilidade urbana.Logo,o governo deverá subsidiar as industrias de automóveis coletivos para um melhor investimento, como inclusão de acentos mais confortáveis e adição de um maior número de ônibus em circulação.Assim , as pessoas irão se sentir mais seguras ao utilizar o meio de transporte coletivo ,além disso,o mesmo deve investir em ferrovias e hidrovías,já que, no Brasil possui um grande número de rios perenes .Desse modo,as rodovias reduzirão a quantidade de carros em circulação e a emissão de CO2 minimizará .