A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 05/03/2020
Desde a chegada da indústria automobilística no período do presidente Juscelino kubitschek(JK), os meios automotores flexibilizou a vida dos brasileiros,dando suporte para que a locomoção dos cidadãos da época ocorresse de de uma forma mais fluída. Contudo, nos dias atuais percebe-se que o acumulo exacerbado de veículos ocasionou entraves na sociedade. Assim, fatores como a falta de organização das malhas de transportes,assim como o grande marketing no setor, corroboram para essa iniquidade. Logo,para buscar uma harmõnia é preciso mudanças.
Antes de tudo, é lícito denotar que as ineficazes ações governamentais sobre o problema catalisa para esse desfecho. De acordo como a Confederação Nacional de Transito(CNT) , o estado geral das rodovias brasileiras é deficitária, sendo 60% dos trecho em péssimas condições, tendo má pavimentação e falta de sinalização em grande parte. Ou seja,se o fluxo de imenso de transportes encontra tais barreiras, a mobilidade e locomoção torna-se um caos. Deste modo, é necessário imposições do Estado quanto a novas medidas na causa.
Ademais, cabe ressaltar que o poderoso marketing do setor, tendo o automóvel e motocicletas como carros chefes, impulsionam o aumento de veículos na ruas. Segundo o filósofo Francis Bacon “O comportamento e modos do ser humano são contagiosos”.Assim, ao se deparar com as incalculáveis propagandas como famosos ou anônimos sobre veículos super potentes e tecnológicos, os indivíduos tendem a desejar e comprar cade vez mais a novidade. Desta maneira, os cidadãos deixam o transporte público de lado, e optam pelo transporte particular, e consequentemente acaba afetando as já saturadas rodovias do país.
Portanto, diante do exposto ,é necessário ações para solucionar esse obstáculo. Dentre elas, é preciso que o Estado crie, por meio de verbas governamentais, projetos que proporcionem melhorias nas malhas de transportes, desde pavimentações de qualidade a instalações de sinalização de transito, para que o fluxo de transporte tenha mais fluidez. Também, urge que o Ministério de Infraestrutura forneça projetos que captem a atenção das pessoas quanto ao transporte público,seja por incentivos fiscais, seja por melhorias na segurança. Logo, tais ações contribuem de forma democrática e precisa na amenização do problema.