A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 13/03/2020

Há anos, o número de automóveis nas ruas têm aumentado de forma significativa, os quais trazem uma série de consequências à mobilidade urbana. Atrapalhando, assim, pessoas as quais desejavam e/ou necessitavam de maior rapidez e eficácia no trânsito.

Quanto mais automóveis nas ruas, mais difícil é a mobilidade. Tanto a população quanto a economia como um todo perdem muito com o caos que se tornou o trânsito nas grandes cidades. Quando perde-se muito tempo na locomoção entre a residência e o local de trabalho, as pessoas perdem um tempo precioso que poderiam estar com seus familiares, causando lhes assim, prejuízo emocional de todos.

Aliado a tais fatos, existe também a perda econômica, que o grande tempo gasto no trânsito causa às pessoas. Além dos prejuízos aos seres humanos, o crescimento excessivo do uso de automóveis no dia a dia afeta também o meio ambiente, causando vários problemas ambientais, tais como: rarefação da camada de ozônio e alteração do efeito estufa, tornando-o excessivo e, consequentemente, transformando-se no aquecimento global.

A mobilidade urbana é maior comumente presenciada pelos que frequentam, por exemplo: lugares onde há uma grande densidade populacional, nos horários de pico das cidades, e até em locais com grandes centros de produtividade econômica.

Concluindo, esses pontos poderiam ser amenizados se, os governos melhorassem as condições dos transportes públicos, construíssem mais ciclovias, incentivarem cada vez mais a população de se desprender do uso de carros e motos e começarem a trafegar utilizando os veículos que maior beneficiariam a sociedade.