A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 12/03/2020

Karl Benz em 1886 conseguiu desenvolver uma máquina de locomoção, nomeada como Carro, certamente foi uma ótima invenção, porém Karl Benz não previa que sua ideia se tornaria algo que todos teriam, e transformando isso um problema na maioria das cidades brasileiras.

Em cidades como São Paulo, do mesmo modo que há muitos moradores na cidade, há muitos automóveis em circulação, seja de moradores ou visitantes. E como São Paulo, as cidade não suportam grandes quantidades de automóveis em circulação no mesmo perímetro de espaço no mesmo tempo e com isso causa problemas na mobilidade urbana, coincidindo em atrasos para chegar no trabalho ou nos compromissos, maior chance de colisão, muitas cargas são perdidas por conta de ficar muito tempo paradas no transito, poluição excessiva, entre outros.

Para que esse problema possa ser amenizado há formas de intervir como, usar o transporte público; aumentar a segurança de pedestres e o incentivo ao uso dos pedestres; substituição da energia fóssil pela limpa; entre outras maneiras de ajudar com os engarrafamentos nas ruas das cidades. Mas o que falta para ajudar a mobilidade é o governo investir em melhorias do transporte público, melhorando sua qualidade e até abaixando o preço para que todos consigam usar e se sentirem em um ambiente confortável e seguros; também o aumento de pedestres seria bom pois mais bicicletas ou meios de transportes sob rodas que podem serem usados nas  ciclovias como patins, patinete, skates e outros, e pessoas andariam nas rua com segurança e diminuindo o uso de carros ou motos.

Segundo os dados do observatório das metrópoles, a população brasileira aumentou 12,2% e os veículos tiveram um aumento de 138,6% durante os anos de 2002 e 2012. Há cidades no Brasil que apresentam em média menos de dois habitantes para cada carro, isso inviabiliza quase todas as medidas para a garantia de um sistema de transporte mais eficiente. Informação retirada do site brasilescola.uol.com.br.