A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 26/03/2020
Na década de 50, o povo brasileiro presenciou algumas modificações na infraestrutura do espaço urbano, concebido pelo projeto “50 anos em 5” do ex presidente Juscelino Kubitschek. No entanto, essas reformas tem destaques até os dias atuais, visto que, a população buscou novas formas de transporte, o que gerou um tumulto em algumas regiões. Em face disso, destaca-se a necessidade de modificar essa realidade.
A priori, é relevante abordar que as capitais São Paulo e Rio de Janeiro são as mais populosas do país, dado que pode ser observado em grandes avenidas nos horários de “rush”, o momento que todos saem de casa para trabalhar em diferentes partes da cidade, e predomina veículos extensos ocupando pequenos espaços. Desse modo, a necessidade de reformas aumenta, logo que, o asfalto fica desgastado com tanto uso.
Outrossim, os transportes coletivos não possuem a qualidade desejada, o que leva a população a adquirir carros, pois alem do conforto, este traz uma ideia de luxo. A inclusão e o respeito ao pedestre no transito dificilmente acontece nas grandes metrópoles, e coloca a vida destes em risco. Contudo, é preciso admitir que o surgimento e a popularidade dos aplicativos de transportes nos últimos anos, desencadeou o aumento de congestionamento nas cidades, alem de gerar novos empregos. Um exemplo é o “Uber”.
Diante dessa problemática, a tomada de medidas é essencial para o fluxo de veículos nas avenidas. O uso do dinheiro dos impostos deveria ser investido na construção de novas vias e a reformas das que já existem com o planejamento do Governo para o bem estar da população. Ademais, reforçamento das leis de transito, por meio da segurança de transito é necessário para que ocorra uma harmonia nas rodovias. Com essas medidas, pode ser que ocorra o novo “50 anos em 5”.