A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 26/03/2020
É cada vez mais evidente a falta de espaço nas grandes metrópoles brasileiras, sobretudo em suas ruas e avenidas. A quantidade de veículos circulando é próxima ao limite que se pode comportar, por consequência, torna-se um martírio a mobilidade nos centros urbanos. Necessita-se então, de uma melhora na estrutura dos meios alternativos de transporte para que haja uma solução desta crise.
É preciso entender, primeiramente, a importância das cidades nas relações humanas. Conforme o filósofo Aristóteles, a cidade é importante porque é nela que se expressa a condição política e social do ser humano. Logo, a felicidade individual está relacionada à coletividade, por isso a necessidade de abrir mão de parte da liberdade individual em virtude da coletividade. Sendo imprescindível à natureza humana, as cidades devem abrigar cada vez mais o fluxo, para que exista a participação de todos ao bem comum
Entretanto, a maioria das cidades brasileiras foram criadas sem nenhuma espécie de planejamento, e as poucas que foram, não se prepararam para seu desenvolvimento ao longo do tempo. Com o crescimento exponencial do número de carros nas últimas décadas e assim, seu fluxo, a dificuldade de locomover-se aumentou muito, e isso tornou crucial a necessidade de novos meios de transporte. Como apresenta a pesquisa do IBOPE, 83% as pessoas dizem que deixariam de usar o automóvel para que caso o transporte público, como trens, metrôs e ônibus, atendesse a expectativa.
Portanto, para uma melhor mobilidade urbana e, uma melhor relação social cabe ao governo, representado pelo ministério da infraestrutura, dar as condições necessárias para que os transportes públicos, além de outros meios como bicicletas por exemplo, sejam atrativos para população em geral, através de obras estruturais e politicas de incentivo.