A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 01/04/2020
Para começo, há, no Brasil, uma sabida dificuldade de mobilizações de pessoas, por moldes ou a pé. Esse imbróglio é devido à péssima infraestrutura nos espaços urbanos grandes do Brasil, mas também em virtude do aumento da renda per capita nos grandes centros urbanos e, mesmo, no meio rural. Portanto, deve haver uma cooperação intensiva entre o governo federal e os estaduais, bem como municipais e empresas privadas.
Ademais, o aumento populacional em conjunto ao progresso tecnológico provocou um aumento no número de automóveis individuais comprados, em outras palavras, a compra de carros e motos explodiu muito no decorrer das últimas décadas e, consequentemente, superlotou as vias malsãs que existem no momento.
Além disso, as ciclovias, as faixas para coletivos e as ferrovias são têm estruturas ruins e escassas dentro dos espaços urbanos atuais. Com isto, os particulares usufruem de menos modais e, assim, são forçados a trabalhar para adquirir o seu carro, em detrimento de ônibus e trens superlotados e calorentos, em uma estrutura “caindo aos pedaços”.
Para conclusão, faz-se necessária uma intervenção do governo federal com o influxo dos governos estaduais, municipais e empresas privadas para que as infraestruturas sofram melhoramentos significativos, bem como sejam realizadas campanhas publicitárias à favor de modais alternativos, como bicicletas, para assim facilitar a vida das rodovias, ruas e avenidas consideravelmente. Esses projetos aconteceram com a utilização de recursos dos cofres públicos e privados, pelo estabelecimentos de decretos novos com os fitos supracitados.