A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/04/2020
O governo de Juscelino Kubitschek, por intermédio do desenvolvimento da indústria automobilista, ampliou o poder de crédito da população o que ocasionou um aumento de veículos particulares no Brasil. Entretanto, tendo em vista os crescentes números de automóveis privados no país, de tal forma que desencadeou uma crise de acessibilidade urbana. Isso se evidencia não só pela falta de políticas públicas, mas também pelos agravantes ecológicos. Portanto, são necessárias ações estatais e privadas que amenizem essas problemáticas.
Em decorrência disso, torna-se evidente os resultados negativos acerca dos problemas ocasionados pela carência de mobilidade nos grandes centros urbanos, tais fatores como a insuficiência de infraestrutura, a falta de segurança e meios alternativas. Contudo, a falta de políticas públicas têm contribuído para os agravantes sociais mencionados e reforçados os problemas de mobilidade. Correlativo a esse fato, é de suma importância observar a perspectiva do social democrata Ferdinand Lassale, segundo o político alemão, é dever do estado garantir reformas econômicas e sociais.
Em suma, a segunda fase da revolução industrial foi consolidada com o desenvolvimento e aperfeiçoamento do petróleo como fonte de combustível, de forma que a sua produção foi difundida de maneira global. Todavia, os problemas ecológicos e ambientais provocados pela combustão do petróleo , em virtude das emissões de gás carbônico despejadas na atmosfera, por meio do aumento de transportes particulares, o que tem como agravante o efeito estufa e a poluição do ar.
Dessa forma, faz-se necessário que o Ministério de Infraestrutura ( MI ), por meio do repassamento de verbas e sugestões governamentais para os principais chefes de estado, tais medidas cabíveis seriam o desenvolvimento de infraestrutura como ampliação do número de veículos coletivos e reformas visando o conforto e o bem-estar do passageiro, além da construção de vias alternativas e reforços na segurança pública, com a finalidade de propiciar o incentivo na utilização de transportes coletivos. Ademais, o governo federal poderia oferecer incentivos fiscais para as indústrias automobilísticas alocadas em território nacional, para que impulse o desenvolvimento e a fabricação de veículos públicos e particulares elétricos, com o pressuposto de diminuir as emissões de gás carbônico na atmosfera.