A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 13/04/2020
No Goveno de JK, os investimentos nas construções de estradas rodoviárias, assim como a implantação de empresas automobilísticas no Brasil, alcançou seu apogeu. Contudo, essa valorização à automóveis individuais acarretou uma redução de investimentos nos transportes públicos, e superlotou as avenidas de carros.
Primeiramente, a busca por automóveis pessoais possui como um dos fatores a falta de capitais e valorização dos transportes coletivos. Ademais, fatores como demorado tempo de espera, e escassez de linhas de ônibus, metrôs e trens, são outros agravantes para a obtenção de carros próprios, ou para a procura por aplicativos de transportes.
Outrossim, o Brasil capitalista corrobora para o crescimento de automóveis em circulação, em vista das propagandas midiáticas de carros e motos. Sendo assim, a posse de um carro pessoal passa a valer como um “status” social. Somado a isso, o crescente números de carros cadastrados em prol de aplicativos de transporte, gera um colapso nos trânsitos gigantescos nas principais rotas das cidades.
Portanto, as Prefeituras dos estados, junto com empresas privadas, ao aumentar 5% o salário dos funcionários que aderirem à transportes alternativos, como bicicleta, estarão colaborando para a redução do colapso na mobilidade urbana. Sendo assim, os trabalhadores passariam a se exercitarem mais, e a quantidade de carros passa a serem reduzidas.