A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 15/04/2020

A mobilidade urbana no Brasil esta comprometida. Todo dia, as pessoas que trabalham ou estudam devem se programar para lidar com o transito. trechos que levam cinco minutos para serem decorridos em certos horários de pico levam mais de trinta minutos,  causando assim atrasos e stress no transito.

Nas capitais brasileiras os governos sempre deram mais atenção as estradas do que calçadas e ciclofaixas, deixando o cidadão apenas com a opção de  utilizar das vias para se locomover. Com um preço elevado, pouca segurança e sem conforto, a baixa qualidade do transporte publico traz o sentimento de que ter um carro próprio facilitaria a ida e volta do trabalho, entretanto quanto mais carros nas estradas mais trafego e poluição haverá.

A alta inflexibilidade das jornadas de trabalho também influenciam na crise. A maioria começando das oito horas da manhã até as seis da tarde criam esses horários de alta densidade no transito. Ao fazer uma distribuição das jornadas ao longo do dia, teríamos uma estrada menos movimentada em horários de pico.

Ao melhorar as ciclofaixas, deixando elas mais confortáveis e iluminadas para ciclistas, diminuiria a quantidade de carros nas estradas. Existem exemplos concretos como a Holanda que dês de 1970 já incentiva o uso, tendo hoje em dia quase uma bicicleta por habitante. Essa ideia poderia ser adaptado no Brasil assim resolvendo a crise na mobilidade.