A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 23/04/2020

No governo de Jucelino Kubitcheck,o qual um dos lemas era “Cinquenta anos em cinco”, houve o investimento em rodovias, de grande importância, que cruza os principais centros urbanos brasileiros. Divergente desse período, a falta de investimento em infraestrutura locomotória urbana, além da ausência de educação, para melhor trafegar na esfera territorial das cidade. Esse cenário deriva uma crise de mobilidade geográfica em inúmeras cidades no Brasil. Logo, cabe ao Governo solucionar esse problema.

Nessa conjuntura, a desigualdade social impossibilita os mais pobres de adquirirem meios de transporte á circulação nas cidades. Em verdade, isso se deve à marginalização sociocultural dessas comunidades, provocada pela falta de investimento em vias de locomoção pública, que dificulta a acessibilidade dos mais pobres a inúmeros locais das cidades. Semelhante a isso, na obra “O cortiço”, de Aluízio de Azevedo, é retratado a forma como as comunidades periféricas eram excluídas do contexto urbano. Verossimilhante a isso, o Governo não supre as necessidades locomotoras dessas comunidades, impossibilitando elas da inclusão social.

Nesse contexto, inúmeros brasileiros não abstêm de informações de melhores formas de tráfego urbano, que gera obstruções nas principais vias das metrópoles. Em virtude dessa crise de mobilidade, o desemprego é uma das consequências da inacessibilidade a determinados locais. Isso, deriva-se da falta de campanhas de conscientização pública, á qualificar a locomoção social.

Mediante isso, é dever do Departamento Estadual de Transito (Detran), por meio de aulas presenciais, promover a conscientização dos motoristas para o uso de outros meios de transportes, diminuindo, assim, os congestionamentos das vias urbanas. Além disso, cabe a ele investir na compra de ônibus, trens, metrôs, investindo em transporte de massa. Com isso, a quantidade de empregados irá aumentar, o tráfego irá funcionar de forma coerente, havendo a inclusão igualitária dos marginalizados.