A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 02/05/2020
Em 1956, Juscelino Kubitschek começou a implantar no Brasil a indústria automobilística, que levou a superlotação das cidades e o uso cada vez maior de automóveis. Atualmente, a situação não é diferente, existe uma grande dificuldade de locomoção nas metrópoles brasileiras, que gera grandes engarrafamentos e uma poluição demasiada nesses locais.
Como mencionado, as metrópoles brasileiras possuem uma superlotação de pessoas. Pelo fato de que cada vez mais indivíduos buscam essas cidades por melhorias de vida, por encontrarem mais oportunidades de emprego, estudos, lazer, entre outras coisas nesses locais. Entretanto, com essa população exacerbada, no momento de locomoção há grandes congestionamentos em rodovias, que faz com um número de pessoas fiquem impossibilitadas de saírem dos locais, gerando estresse e insatisfação.
Além disso, nos dias atuais é muito frequente indivíduos quererem os próprios automóveis, por um motivo de melhoria ou símbolo de riqueza. Com isso, as cidades contam com uma grande quantidade de veículos, que geram uma contaminação demasiada do ambiente, fazendo o ar desses locais ficarem poluídos. Desse modo, São Paulo é a sexta metrópole em poluição do ar causada por carros, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.
Portanto, cabe ao Governo investir nos transportes públicos, construindo mais estações de metrô e trem em locais que há uma certa aglomeração de pessoas, fazendo indivíduos optarem menos por veículos individuais, diminuindo os engarrafamentos e as poluições. Outra maneira é o mesmo intensificar mais nos rodízios de carros nas metrópoles, impondo punições mais severas para os sujeitos que desrespeitarem o comando e determinando mais dias da semana para os automóveis ficarem sem circular. Desse modo, esse problema tão frequente na sociedade brasileira irá amenizar.