A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 12/05/2020
Na década de 50 foi presenciado um dos maiores marcos para o desenvolvimento econômico e social brasileiro pelo governo de Juscelino Kubitschek, uma vez que o Plano de metas foi um conjunto de objetivos de 50 anos que seriam realizados em apenas 5. Tal projeto proporcionou o crescimento o transporte ferroviário e rodoviário que se tornaram os mais utilizados no país. De forma antagônica, devido a ausência do governo em proporcionar uma organização urbana e a falta de investimento nos transportes públicos brasileiros a possibilidade transitar pelo território se encontra em crise.
Mormente, é indispensável destacar que a desorganização na formação afeta diretamente a condição do urbanismo local, visto que ocasiona um transito caótico com engarrafamentos extensos, assim como desenvolve prejuízos às cidades que não possuem estrutura para comportar o fluxo intenso. De acordo a revista Auto Esporte, vários municípios do Brasil se localizam na lista de lugar mais congestionado do mundo, uma condição que discorre a irresponsabilidade governamental em relação a mobilidade brasileira e sua incompreensão de buscar resolver a problemática. Esses dados ratificam, logo, um cenário desarranjado e reforçam um desenvolvimento não sustentável.
Em segundo lugar, é importante ressaltar o descaso com o sistema de transporte público no Brasil. A Constituição Federal do país assegura o serviço de deslocação tal como a infraestrutura adequada dessa. Todavia, a exequibilidade da função situa-se comprometida, já que os veículos não proporcionam nenhuma comodidade ou conforto ao mesmo tempo que estão superlotados. Isso posto, pode-se perceber que a falta de investimento na área influencia a população a buscar melhores meios de locomoção, mais uma vez arriscando a integridade ambiental em meio ao processo. Dessarte, tais afirmações legitimam assim, o regresso da nação em relação à locomobilidade.
Portanto, em busca de abrandar a crise de mobilidade no Brasil, é mister que os Governos Estaduais juntamente à engenheiros civis especialistas desenvolvam através de novos arquitetônicos para as cidades meios de arcar com a evolução delas a longo prazo, de modo que suporte o aumento de frota rodoviária e decresça o engarrafamento. Ademais, é importante que o Ministério da Infraestrutura e os Governos Federais invistam em manutenção e aprimoramento dos transportes públicos por meio de incentivos ficais estaduais e municipais com a finalidade de diminuir o número de veículos em circulação, já que a população tem direito a transporte de qualidade. A partir das medidas citadas a conjuntura atual pode ser solucionada.