A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 14/05/2020
Com os avanços tecnológicos, advindos desde o período da Revolução Industrial, levou para um mundo mais rápido. Entretanto, tal conjuntura não se estabelece na realidade brasileira, visto que, enfrenta um atraso devido a crise na mobilidade urbana,pois, encontra como obstáculos o baixo investimento no transporte público e por não haver uma adequada projeção de urbanização. Portanto medidas são necessárias para resolver o impasse.
Em uma primeira instância, é de fácil percepção que a ineficácia de gestão do governo leva a uma persistência da problemática. Dado que, com a falta de aplicações no transporte da massa social, se resulta em uma maior crise no que tange na locomobilidade. De acordo com John Locke, a sociedade ao aceitar o Contrato Social revoga o Estado de Natureza - meio em que o indivíduo não possui obrigatoriedade de cumprimento de leis - na garantia de que haverá um gerenciamento eficaz. Entretanto tal cenário não é estabelecido, uma vez que, o transporte público é demasiado negligenciado.
Ademais, vale ressaltar que, devido a um desmazelo ao arquitetar as cidades, gerou no atual colapso urbano. À medida que, as cidades estavam se tornando pequenas frente ao grande crescimento da população, ocasionou na crescente crise urbana, pois, as projeções antes feitas se tornaram obsoletas. Logo, ao não estarem aliadas as tecnologias acarretou no atraso, e consequentemente em uma mobilidade lenta.
Dessa maneira, depreende-se a necessidade de implementações para modificar o quadro atual. Portanto, torna-se primordial que o Ministério da Infraestrutura crie um projeto, que por meio da Câmara dos Deputados possa ser implementado, que viabilize em um alicerce de tecnologias na locomoção urbana com o fito de que com um maior investimento leve a parcela social não mais ser negligenciada, e assim, nao promova em uma crescente crise na mobilidade urbana brasileira.