A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 16/05/2020

Décadas atrás, grande parte da população brasileira possuíam cavalos como modo de transporte e somente os mais ricos dirigiam carros, entretanto com a intensificação do uso de automóveis no século vinte, hodiernamente a situação é inversa. De modo que as rodovias ficam cada vez mais lotadas, na contramão, o número de carros só aumenta. Nesse sentido, as dificuldades encontradas no transporte público, bem como a cultura de ambição e distorção de valores são questões a serem analisadas.

Para melhor dimensionar, como a falta de transportes públicos que atendam as necessidades da população brasileira contribuem para a crescente crise na mobilidade urbana brasileira. É necessário observar que em busca de segurança, agilidade e conforto as pessoas compram carros, já que muitas vezes não encontram esses requisitos, considerados básicos em muitos países, no transporte publico do Brasil. Visto que, é comum observar assaltos, atrasos e superlotação em ônibus, metrôs…                          Outra dimensão da questão ainda deve ser questionada, a parcela da sociedade na crise na mobilidade urbana brasileira. De modo que a cultura de ambição por realização pessoal, leva as pessoas a comprarem mais carros do que o necessário. Isso pode ser exemplificado em que em uma família de quatro pessoas, possuam três carros, com a desculpa de praticidade, ocupando assim, mais espaços nas ruas.

Logo, é responsabilidade do governo, garantir a segurança, agilidade e conforto no transporte público, por meio da instalação de pontos policiais estratégicos, bem como com a comunicação direta com a delegacia, atrelado a sincronização com trajeto e horário de ônibus e sua postagem em sites públicos. Assim como cabe a mídia realizar campanhas de conscientização, por meio de documentários onde mostrem a consequência do uso abusivo de veículos automotivos para que a crise na mobilidade urbana não torne-se cada vez mais crescente.