A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 02/06/2020
No contexto sociocultural brasileiro, pouco tem se falado sobre a crescente crise da mobilidade urbana. Entretanto, problemas como a superlotação nos transportes públicos e o grande tráfego de veículos nas avenidas afetam a vida da população que necessita se locomover dentro e fora das cidades. Tal situação fomenta esforços mais significativos do Governo federal, afim de melhorar essa realidade.
Em primeiro análise,a pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) indica que 44,3% da população brasileira tem o transporte público como seu principal meio de deslocamento. De fato, grande parte das pessoas que utilizam os veículos públicos não possuem condição financeira para comprar um transporte particular, por isso, os meios de transportes públicos apresentam-se saturados, o que afeta diretamente no tempo gasto pelas pessoas se deslocarem para os locais que desejam.
Em segundo análise, o excessivo tráfego de veículos nas avenidas brasileiras afetam toda a população principalmente os moradores de grandes metrópoles, pelo fato de que a cada 4,4 habitantes tem um automóvel particular, o que mostra um número considerável de veículos. Portanto, para diminuir a superlotação de avenidas e ruas deve ser feito rodízio de veículos, assim como o estado de São Paulo faz.
Diante disso, faz-se necessário que o Governo federal adote o rodízio de veículos por meio da numeração das placas, com o intuito de diminuir o número de carros nas avenidas e ruas para melhorar o deslocamento de sua população. É importante também que o Governo federal coloque carros compartilhados nas cidades, com o intuito de diminuir a superlotação dos transportes públicos brasileiros para evitar contratempos as pessoas.