A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 28/05/2020

Ao longo do século XX, o Brasil foi um país rodoviarista em decorrência do uso de trens e etc. E, ni governo de Juscelino Kubitchek os brasileiros foram fortementes influenciados a comprar carros, visto que hoje em dia ainda permanecem influenciados não só pelo consumismo mas também por esbanjar riqueza e poder.

Naquela época os brasileiros usavam muito o meio de locomotivo, mais conhecido na época de ‘Maria fumacenta’, usavam tanto para viajar quanto para transportar produtos de beleza a alimentos. Em contraponto degradavam o meio ambiente com emissão de CO2, atualmente existe trens que usam eletricidade e por consequência diminui a poluição. A UFRJ atualmente desenvolve um sistema ferroviário magnético que não polui e ainda é rápido.  E apesar do uso tren, os brasileiros nas grandes enfrentam a superlotação tanto de trens quanto de ónibus, visto que em decorrência disso acabam usando carros causando engarrafamentos.

Vale ressaltar que nos dias atuais os brasileiros ainda compram muitos ambiente sendo que o governo e bancos facilitam a comprar, e a péssima qualidade dos transportes influência os brasileiros a comprar mais carros, sendo que quanto menos pessoas usando transportes públicos mais pessoas estarão usam os meios modais individuais, na cidade de São Paulo é comum acontecer engarrafamentos, o maior da história aconteceu lá em 2015 cerca de 125 km. O resultado disso é que as pessoas ficam mais tempo no trânsito perdendo cerca de 2 horas por dia, segundo dados do G1.

É de suma importância que o governo federal e as secretarias  de planeamento urbano desenvolva planos para diminuir os congestionamentos, por exemplo: aumentando as faixas para onibus elétricos que ajuda a diminuir a poluição, diminuir vagas para carros, incentivar a população por meio de programas socioeducativos a usar esses meios e também ao uso de bicicleta e aumento de ciclovias, visto que este último é o que menos polui o meio ambiente