A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 22/05/2020
No período Pós-Guerra Fria o carro se tona o produto símbolo do capitalismo, existindo um forte estimulo pra adquirirão do automóvel. Nesse sentido os números de automóveis no Brasil cresce, e vem crescendo gradativamente no país, onde torna-se indubitável uma crise no sistema de mobilidade urbana, consequentemente causando engarrafamentos, estresse e poluição.
De acordo com o dicionário da língua portuguesa, mobilidade (do latim “mobilitas”) significa “facilidade para se locomover”, sob esse viés, tal significado se torna contraditório em relação a realidade da mobilidade urbana brasileira. Com o crescente número de carros privados é cada vez mais difícil locomover-se nas grandes metrópoles por exemplo a cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, com ênfase a “hora do rush” -ocorre ás 8horas e 18horas-, com extensos engarrafamentos ocasionando inseguranças nas malhas rodoviárias, implicando na população estresse diário e ansiedade no qual é imprescindível o acidente de trânsito.
Por conseguinte, com o elevado número de carros privados e trânsito saturados, é cada vez maior a emissão de gases poluentes na atmosfera, paralelo a poluição sonora. Todavia modais de transporte, tais quais, ônibus metros trens e bicicletas entram em “segundo plano” para a população brasileira, visto que, constatam falhas onde ônibus e metrôs são superlotados e ciclovias evidência inseguranças onde são estreitas com falhas em sua trajetória.
Infere-se, portanto, que o Governo junto ao Ministério da Infraestrutura(MINFRA) invista em projetos de visando ampliar rodovias e viadutos, e em parceira com as prefeituras invistam em modais de transporte públicos, ônibus, metros, trens e bicicletas sendo mais acessíveis, apresentando segurança. E é de suma importância que o Mistério do Educação e Cultura(MEC) ministre palestras nas instituições púbicas incentivando a utilização de transportes públicos. Desse modo Construindo um Brasil sem congestionamentos e sustentável.