A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 23/05/2020

No filme “Luto em luta”, é exposto, por meio de depoimentos de algumas pessoas e imagens, a tragédia diária do trânsito de São Paulo, que chega a matar mias que guerras e desastres naturais. Logo, visto que apenas na cidade da garoa o número de mortes é extrema, cega-se à conclusão que se relacionando ao Brasil, essa estatística chega a aumentar incondicionalmente, persistindo ainda mais o crescimento na porcentagem. Portanto, a mobilidade urbana precisa ser analisada parcialmente e frequentemente, pois é um extremo problema, não só no país como no mundo.

Ao se analisarem os dados de 2013, verifica-se que existem cerca de 45.444.387 carros no Brasil, constatando-se um automóvel para cada 4 habitantes, totalizando 226 carros para cada mil cidadãos. A região aonde menos se encontra automóveis é o Norte, e aonde se tem s maioria, ao Sudeste, ocasionando inúmeros problemas, como engarrafamentos e acidentes no tráfego nacional.

Em segunda análise, é valido ressaltar que em meio aos problemas explícitos citados anteriormente, existem também alguns casos mais implícitos, tais como sedentarismo, estresse, poluição sonora (por conta das buzinas), entre outros. Pode ser citado também como algumas dificuldades, a má qualidade no  transporte público, levando ao desconforto para o povo. Em questões de acessibilidade, boa parte dos brasileiros não têm uma boa renda mensal para ter acesso ás boas locomoções, os mesmos usam transportes públicos , gerando uma superlotação nos meios e até colocando em risco sua segurança e consequentemente sua saúde, por conta da falta de estrutura presente nos meios não particulares. Aqueles que idem não tem boas financias, resolvem se endividar para conseguir obter o luxo em ststos pessoal por ter seu carro próprio e ser considerado parte da sociedade, e assim vendas massivas de transportes pessoais vem crescendo sem precisão e criando longos congestionamentos.

Evidencia-se portanto, a necessidade de que medidas devem ser executadas a fom de converter esse problema. Para isso, cabe ao Ministério da Segurança Pública, impor as medidas ideais para que o tráfego não seja perigoso, proporcionando o devido conforto e segurança para a população que utiliza ônibus e metrôs evitando ao máximo que pessoas fiquem em pé; faixas somente para ônibus organizaria as ruas das cidades. Devem ser feitas campanhas nacionais em relação a esse empecilho por meio do Ministério da Saúde , para que haja o aumento de bicicletas, ocasionando o rebaixamento na taxa de sedentarismo, na diminuição de engarrafamentos e na baixa produções de gases efeito estufa e provocam o aquecimento global.