A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 30/05/2020
Na década de 50, a mobilidade urbana ganhou um destaque devido ao governo de Juscelino Kubistchek, no qual possuía uma frase conhecida, “governar é abrir estradas”. Nessa época foi adotado a estratégia do Modelo Rodoviarista, que consistia no aperfeiçoamento das rodovias em detrimento das ferrovias e visava progredir 50 anos em 5.
Em primeiro plano, é evidente que o número de automóveis privados crescem constantemente, gerando assim enormes engarrafamentos que contribuem para o aumento do estresse no trânsito. Ademais, é importante dar ênfase a poluição do ar, que possui como umas das principais causas a queima exagerada de combustíveis fosseis como os derivados do petróleo, prejudicando a qualidade de vida da sociedade e gerando diversas doenças respiratórias.
Vale mencionar que não houve uma preparação para a infraestrutura dos transportes, isso levou a uma superlotação nos meios de transporte coletivo. Uma das razões para isso, são os horários de pico, pois uma grande quantidade de pessoas saem e de casa para trabalhar em um determinado período e voltam no mesmo horário. Além de tudo isso, não possuem segurança ficando assim, expostos ao crime.
Conclui-se, portanto que visando reverter esta situação, o governo brasileiro, o ministério do transportes e o departamento nacional de infraestrutura e transportes devem controlar e incentivar o uso de transportes coletivos por meio de tarifas acessíveis à toda a população contribuindo com o meio ambiente e reduzindo os automóveis, e ministério da justiça e segurança pública deve garantir a segurança dos cidadãos nos transportes públicos, afim de incentivar cada vez mais seu uso.