A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 30/05/2020

A mobilidade urbana no Brasil

A partir da revolução industrial na Inglaterra no século XVIII, o mundo não foi mais o mesmo, começaram a surgir carros, motos, ônibus, trens, vários meios de mobilidade foram se inovando. E a cada dia que se passava, esses meios se tornavam mais comum na sociedade. E com esse aumento de veículos acabou acarretando não só no Brasil, mas como no mundo todo diversos tipos de problemas, dentre eles o atraso, o estresse e a poluição desnecessária.

O brasileiro tem a cultura de não ser pontual, mas isso também tem muito a ver com o trânsito que impossibilita de ele chegar cedo nos lugares. Em cidades com alta densidade demográfica como São Paulo e Rio de Janeiro, é muito comum ficar preso no congestionamento devido a alta quantidade de carros.

E também muitas pessoas ficam presas no engarrafamento, uma pesquisa realizada pela IPSOS em São Paulo, juntamente com o aplicativo “99 pop” chegaram na conclusão que perdemos 32 dias do ano presos no congestionamento. Pegando esse tempo e multiplicando por milhões de carros é explícito que ocorre uma poluição desnecessária, além do estresse.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para isso, é indispensável que, além da ampliação da rede pública de transportes, ações como a implantação de ciclovias e a adoção do rodízio veicular sejam executadas em todas as metrópoles nacionais pelos governantes, visando ao fim dos congestionamentos e, consequentemente, à redução dos problemas ambientais. A fim de, reduzir o número de carros particulares nas vias citadinas, é conveniente que os ambientalistas, com o auxílio da mídia, estimulem, por meio de campanhas, o uso de veículos coletivos ou alternativos, como ônibus e bicicletas pela população, pois, assim, será possível amenizar os desafios do tráfego brasileiro.