A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 01/06/2020

Hodiernamente, o Brasil enfrenta a problemática populacional mobilística como epicentro do cenário urbano. Isso se deve ao uso excessivo de veículos privado, assim como uma herança falha do período governamental de JK. Desse modo, a nação enfrentará problemas no tráfego diário bem como riscos na segurança pública.

Sob este viés, a massificação do uso de automóveis tem causado poluição nas paisagens urbanas, como sonora e visual. De modo que, esse descontrole impede uma qualificação de vida na paisagem atual. A exemplo tem-se a teoria de Byung- Chul Han: “Sociedade do Cansaço”, onde, afirma-se que o seres humanos domesticaram o seu corpo a estarem sempre se locomovendo através de um meio de transporte. Com isso, a sociedade brasileira tem se prendido a esse pensamento individualista e provocando um mal maior.

Em contra-partida, o paradigma operacional  da falha do sistema de malhas ferroviárias, no governo de JK, tem refletido nos dias atuais quando o mesmo se aplica aos trabalhos rodoviários. Haja vista que não se tem  um planejamento mobilístico, causando uma aglomeração de transportes, desde alta carga, até aos menores, como pedestres. Nesse sentido, a desvalorização dos centros urbanos e a precarização da segurança pública, nesse contexto, são consequências de uma problemática que atravessou décadas e não foi interrompida.

É necessário que o governo, haja por meio de manutenção das ruas, o início de um incentivo ao desuso do transporte privado e ao estimulo de caminhadas alternas, a fim de que seja inerciada, em um processo gradativo, as aglomerações automobilísticas. Assim como, através de uma organização das rodovias para as respectivas cargas, seja traçado um método de evitar várias modalidades em uma mesma rua, criando atalhos subalternos para esses meios. A fim de proporcionar uma limpeza e um maior bem-estar da nação brasileira.