A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 01/06/2020

‘‘O importante não é viver, mas viver bem.’’ Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapassa a da própria existência. Dessa forma, o alto tráfego de carros, a superlotação em ônibus e metrôs junto da falta de infraestrutura dos municípios são umas das principais causas da falta de mobilidade urbana, o qual faz com que vitimas dessa problemática não estejam vivendo bem conforme a frase dita pelo filósofo.

A princípio, devido ao plano de desenvolvimento ‘‘Cinquenta anos em cinco’’ do presidente Juscelino K. que foi responsável pela criação de rodovias e a implementação de indústrias automobilísticas no país, não foi investido capital em nenhum outro tipo de modal, como resultado, acarreta na utilização de caminhões pelas empresas para a entrega de seus produtos e, consequentemente o aumento do tráfego de automóveis nas rodovias fazendo com que aumentasse a  insatisfação no modo de vida do brasileiro.

De acordo com o IBGE, apenas 14 em cada 100 cidades possuem ciclovias já que há pouco investimento e manutenção dessas. Desse modo, as superlotações em ônibus e metrôs são frequentes, uma vez que há uma pequena frota ofertada pelas empresas e,  engarrafamentos são gerados a medida que são utilizados mais carros pela população, assim sendo, ocasiona o impedimento do ser humano de ter uma boa qualidade de vida.

Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a melhoria desse problema. Para tal, os governantes devem incentivar meios alternativos de locomoção como bicicletas ou aplicativos de caronas para que assim diminuam a quantidade excessiva de carros nas vias públicas como também a criação de politicas públicas como bicicletários em locais muito utilizados e a negociação para o aumento da frota de ônibus e metrôs com a intenção de aliviar as superlotações e melhorar a vida do cidadão bem como proporcionar para que ele viva de acordo com Platão.