A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/06/2020
O desenvolvimento da revolução industrial proporcionou oportunidades de emprego para diversas pessoas, que saíram da zona rural em busca de trabalho nas grandes cidades. Entretanto, com essa urbanização a população brasileira sofreu tais circunstâncias. Nesse sentido, convém analisar as consequências da mobilidade urbana no Brasil.
Em primeiro lugar, de acordo com o site ibtp.com, existem 65,8 milhões de veículos nas ruas brasileiras. Dessa forma, consequentemente, há uma maior produção de carbono sendo liberada na atmosfera, principalmente nas cidades com maior índice populacional como São Paulo e Rio de janeiro que juntas apresentam mais de 15 milhões de habitantes.
Ademais, no filme Barbie Polegarzinha um empresário pretende destruir alguns hectares de árvores para construção de um shopping Center. Saindo da ficção, a realidade não é tão diferente assim, com o aumento da mobilidade urbana, em consequência, ocorre diversas construções de mais prédios, casas e lojas, dessa maneira, prejudicando o meio ambiente e ocasionando as tão famosas ilhas de calor, que são frequentes em locais urbanizados.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, o Ministério da Infraestrutura terá que ampliar o rodízio de carros que acontece somente em São Paulo para todo o país, a fim de reduzir a quantidade de carros nas ruas e diminuir as emissões de carbono que são liberadas pelos automóveis, mas também disponibilizar uma frota maior de transportes públicos. Por fim, o Ministério do Meio Ambiente criará campanha enfatizando a importância desses rodizios para os indivíduos, assim diminuindo os impactos da mobilidade urbana no Brasil.