A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/06/2020
Iniciada durante o século XVIII, a revolução industrial, conduzida pela Inglaterra, transformou os métodos produtivos e criou novos meios de transporte, como por exemplo, os carros.Em detrimento a isso, de fato, o Brasil, por apresentar uma grande quantidade desses veículos, possui graves problemas com a mobilidade urbana. Cenário derivado da exclusividade do modal rodoviário e que tem como consequência o aumento do stress entre os usuários dessa ferramenta.
Em primeiro lugar, é valido ressaltar como a predominância do modelo rodoviário é um dos promotores desse fenômeno. Em 1956 durante o governo de JK,existiu o amplo investimento em rodovias sobre todo o pais.Um vez que, o objetivo do dado presidente era atrair montadoras de carros estrangeiras. Por isso, tem-se a unificação dos modos de transporte utilizados dentro e entre as cidades no Brasil.E logo, a superlotação das vias de todo o território nacional.
Ademais, cabe salientar como dado contexto colabora para o aumento do stress entre as pessoas que utilizam este meio.Segundo estudo promovido pela universidade de Brasília, pessoas que se inserem diariamente em um trânsito conturbado tem três vezes mais chance de desenvolver crises de ansiedade e ataques de raiva. Dado que exprime como tal cenário afeta diretamente a saúde de boa parte da população.E como resultado, acaba por comprometer o desempenho individual dentro das empresas, e logo, prejudicar a economia como um todo.
Em suma, é mister que o estado tome as devidas providências.Portando, o Ministério do Transporte,como promotor do bem estar social, deve agir imediatamente.Sendo assim, dado orgão precisa, por meio de investimentos, estimular a construção de novas ferrovias em cidades superlotadas e desenvolver novos canais hidroviários. Com o fito de diversificar os métodos de locomoção de pessoas e de carga. Somente assim, a partir de dadas medidas, o problema da mobilidade urbana poderá ser remediada.