A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/06/2020

Desde a Revolução Industrial, nota-se o aumento populacional das metrópoles nacionais, ocasionando migrações do campo para as grandes cidades, o chamado êxodo rural. Em virtude disso, observa-se a consequência no atual panorama do trânsito brasileiro, o que tem sido fonte de estresse para usuários do transporte público e privado. Desse modo, a precariedade do trasporte público gera a necessidade do transporte individual.

A priori, observa-se a péssima estrutura dos veículos coletivos, visto que a sua grande maioria é composta por veículos quebrados e escassos, longo tempo de espera e lotação máxima. Consoante uma pesquisa feita pelo IBOPE em 2015, 23% da população de São Paulo trocou o automóvel pelo transporte público, o qual havia passado por reformas, ou seja, o reparo no sistema móvel reduz a quantidade de veículos particulares, moderando congestionamentos.

Outrossim, observa-se que a redução do transporte individual é crucial para o bem-estar humano e ambiental. Uma vez que a exposição aos poluentes dos motores automobilísticos são prejudiciais não só para saúde, auxiliando o desenvolvimento de doenças respiratórias, mas também pela poluição.

Fica claro, portanto, que é necessário reestruturar o transporte público. Destarte, os governos federais, estaduais e municipais juntamente com o Ministério do Transporte devem se unir para fazer melhorias nos veículos coletivos, ampliando e desenvolvendo linhas de ônibus por meio de maiores investimentos com o propósito de diminuir o uso do transporte particular e aprimorar não só a mobilidade urbana, mas também o bem-estar social.