A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 08/06/2020

Não raro, toma-se conhecimento de que a Revolução Industrial exerce papel preponderante nos fluxos comerciais e industriais, contribuindo para a mecanização dos sistemas de produção e automotiva, vinculada a crise de mobilidade urbana. Posto isto, muito se comenta a respeito, principalmente, no que tange ao grande movimento de veículos, acarretando a poluição sonora, e colaborando negativamente com a saúde dos brasileiros.

Apriori, vale frisar que a Constituição Federal assegura o direito dos cidadãos de ir e vir, porém, o crescente conflito da locomobilidade priva-os desse direito básico e interrompe o deslocamento de automóveis nas rodovias. Ainda assim, acarreta engarrafamentos que atinge as mais variadas pessoas.

Ainda vale lembrar que o fluxo de carros nas metrópoles, em sua grande maioria não aproveita a capacidade total de pessoas por veículos, gerando proporções desnecessárias de frotas pelas cidades. Por outro lado, existem outros meios de locomoção que possa atenuar nessa problemática, como o uso do ônibus e bicicleta. Contudo, pesquisa realizada pelo IBOPE mostra que o percentual de pessoas favoráveis às ciclovias caiu de 87% para 59% entre 2014 e 2015. Como também, a falta de infraestrutura e o acréscimo no preço da passagem do transporte público, fazendo com que o mesmo deixe de ser utilizado pelos indivíduos.

Urge, portanto a necessidade de combater a superlotação das vias. Logo, faz-se preciso que a iniciativa privada com auxílio dos Estados, invista em infraestrutura que instale uma alta população de ciclistas, a fim de que minimize o tráfego de automóveis. Outrossim, a mídia como maior propagadora de informações, divulgar a importância de se utilizar os outros meios alternativos, com o fito de diminuir a emissão de gases poluentes e para uma movimentação mais rápida e fácil.