A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 09/06/2020

Ao analisar o contexto brasileiro, observa-se que, após o início da Revolução Industrial, no século XIX, a produção automobilística foi introduzida no setor produtivo fabril de forma mais marcante.Dessa forma, métodos fabris como Taylorismo, Fordismo e Toyotismo foram introduzidos no contexto das produções automobilísticas para um melhor rendimento. Com o aumento fabril, a mobilidade urbana torna-se um problema constante.Assim, o elevado número de transportes e os efeitos ambientais acarretados por eles são problemas preocupantes.

Em primeira análise, pode-se perceber que um dos principais motivos para o aumento de veículos foi a melhor organização fabril existente pós Revolução Industrial. Desse modo, por meio da maquinofatura, a produção é rápida e globalizada, ou seja, promove uma maior possibilidade de compra instantânea. Ademais,com a ascensão do capitalismo,a posse de bens materiais se instala, às vezes, como elemento de exposição financeira.

Decorrente do aspecto acima, o impacto ambiental e a dificuldade de locomoção são as principais consequências do excesso de veículos. Assim, com o aumento dos transportes, a emissão de gases poluente, como dióxido de carbono, possibilta um aumento do Efeito Estufa e, consequentemente, a elevação da temperatura global. Ademais, a locomoção nas vias das cidades torna-se uma tarefa difícil diante do uso simultâneo de parcela significante da população.

Portanto, medidas são necessárias para amneizar o processo em questão. Logo, o Terceiro Setor- instituições que objetivam o bem do País- deve promover, em setores públicos e privados, campanhas e palestras de demonstrem os impactos positivos do uso dos transportes públicos nas cidades. Essa ação tem o fito de diminuir o número de veículos em vias simultaneamente. Para isso, é importante que o Governo possibilite transportes públicos em boas condições para uso de todas as pessoas. Com tais ações, mudanças serão perceptíveis na mobilidade urbana.