A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/06/2020

Segundo uma das mais influentes filosofas política do século XX, Hannah Arendt, “Quem habita esse Planeta não é o homem, mas os homens. A pluralidade é a lei da Terra”. Ou seja, tratar de mobilidade urbana envolve o todo, os que utilizam transporte público, o privado, ciclovia e qualquer outra forma de locomoção. Hoje, o transporte público trafega lotado e a crescente de aplicativos particulares estão acessíveis a ponto de ser mais vantajoso, em contra partida causando o maior caos no trânsito.

Primeiramente, ha de convir que as coisas estão caminhando mesmo que em passos curtos para a melhoria. É comum ver as pessoas usando bicicleta ou patins alugados por aplicativo na ciclovia, algo relativamente recente. O que além de contribuir com a melhoria no trânsito por ser menos um carro, também tem o bônus de melhorar a qualidade de vida.

Deste modo  é importante ressaltar o quanto o transporte público vem diminuindo  a qualidade dele e de quem usufrui. Aumentando a quantidade de usuários e também aumentando o preço da passagem. A conta não bate, a qualidade diminui e o preço aumenta. Com isso também é comum de se ver atrasos, ônibus em péssimas condições que quebram frequentemente durante o trafego. Resultam também em alguns acidentes por estar acima da velocidade muitas vezes como forma de remediar a saída do transito intenso.

Conclui-se que, falta estrutura organizacional. Empresas de Transporte tem o dever de proporcionar um ambiente minimamente confortável aos usuários. Começando por fazer a manutenção periódica e aumentar a frota de trasporte, com isso diminui os casos que quebra, aumenta a frequência de veículos e diminuem os atrasos respectivamente fazendo valer o preço cobrado para usa-los. Além disso leis de transito mais rígidas, para que assim a população se atente em respeitar mais o todo e diminuindo o número de acidentes. Com isso, volta a ser vantajoso usar transporte público deixando de lado o particular pelo bem de todos.