A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 16/06/2020

Durante o período do Brasil colônia, a mudança da sede de poder portuguesa para o território brasileiro, foi um acontecimento que impulsionou diversos avanços, uma das principais medidas foi a construção de estradas que percorriam os portos até as grandes metrópoles. Essa ação no entanto, não buscou uma expansão do acesso e nem uma melhor estruturação da viabilização, o que resultou em uma crise na mobilidade urbana. Isto, em conjunto com um precário serviço público de transporte enrijeceu diversos entraves ao desenvolvimento do país.

Primordialmente, a desfavorável estruturação de meios de mobilidade desde os primórdios, foi um dos grandes fatores para os impasses de hoje, de modo que não ocorreu um planejamento de um sistema extensivo que fosse adequado a população, isso é comprovado pela situação de que apenas quando declarado independente a nação passou a exercer uma melhor condição. Todavia, o projeto de política dos anos seguintes corroboro muito para o aumento de automóveis, ocasionando uma superlotação de veículos, além disso, não ocorre efetivos governamentais para superação dessa problemática que têm efeitos na vida de toda a população brasileira.

Outrossim, a precarização do transporte público favorece ainda mais a crise no sistema de loco-mobilidade, visto que o processo de hiperurbanização foi um fenômeno de concentração de modernização pública, que se espalhou tardiamente não se padronizando para as regiões, resultando em uma decadência desse meio. a maior viabilização é um dos tópicos menos debatidos na câmara de deputados, não sendo incentivado profundas reformas para sanar essa carência social brasileira, simbolizando uma negligência governamental que é recorrente desde momentos da colônia.

Por tudo isso, é essencial a tomada de iniciativas que reformulem a precária condição das cidades, adotando um investimento contínuo em estados que se mostrem alheios a uma acessibilidade correspondente a nível nacional, o departamento de rodagem (DER) deve em parceria com grandes empreiteiras, afim de suscitar uma reestruturação da melhor organização urbana, condição que foi posposta historicamente, essas poderiam trabalhar com um foco em descentralização do tráfego nas grandes cidades para grande otimização. Sobretudo uma ampla aplicação de capital tendo como objetivo a melhora do transporte público favorecendo novos meios para melhor auto-mobilização superando entraves.