A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 13/06/2020
No longa-metragem “Um dia de fúria”, de Joel Schumacher, o protagonista Willian Foster surta ao enfrentar um estressante engarrafamento. Fora dos limites ficcionais, o filme retrata a problemática da mobilidade urbana, enfrentada pela população brasileira diariamente. Tal situação se agrava, sobretudo, devido à aglomeração de veículos e ao uso desnecessário de automóveis.
Em primeira análise, é plausível ressaltar a demasiada falta de circulação nas ruas. Isso ocorre devido á péssima qualidade estrutural de transportes públicos, acarretando à preferência pela compra de um automóvel, ocasionando maior número de carros gerando congestionamento do trânsito. Prova disso foi uma pesquisa realizada pela Rede Nossa São Paulo, a qual revelou que se a qualidade melhorasse, 80% das pessoas trocariam a viatura pelo ônibus público.
Em segunda análise, é verossímil levar em consideração a utilização dispensável de veículos motorizados. Isso é um problema, uma vez que certas distâncias podem ser percorridas por bicicletas e abolir o uso de viaturas, entretanto os indivíduos têm sua segurança coloca em risco pela falta de ciclovias, então optam por outros meios de locomoção. Tal situação pode ser ilustrada pela obra cinematográfica em conferência, em que a via não apresenta suporte para ciclistas.
Dessa forma, é evidente o quão defectiva é a questão da mobilidade urbana. É necessária, portanto, uma ação do Ministério da Infraestrutura, como responsável pelas políticas nacionais de trânsito e de transportes, que deve, por meio de uma organização benévola, aprimorar as estruturas automotivas e linhas de percurso, com projetos e materiais aperfeiçoados, com a finalidade de torná-las mais eficientes. Somadas essas mediadas será possível ter uma circulação de maior qualidade.