A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 06/07/2020
Com a 1ª Revolução Industrial e o consequente êxodo rural, a necessidade de locomoção humana exige ser mais célere, sobretudo, por causa da dependência dos trabalhos não remotos, escolas e centros de saúdes, os quais predominam mais no espaço urbano. Entretanto, o Brasil se distancia dessa perspectiva favorável ao deslocamento, uma vez que sofre com o sucateado e passível de melhora transporte público.
Em primeiro lugar, há a dificultosa estrutura física das cidades, sendo inúmeras vezes esburacadas as ruas e as vias congestionadas sob o efeito da carrocracia. Percalço esse enfrentado devido à precariedade dos principais modais: ônibus, metrô e trem. Com lotações constantes, cadeiras deterioradas e inacessibilidade aos deficientes em muitos casos. O sistema de transporte sujeita os cidadãos a não terem, por exemplo, o direito de acesso ao trabalho e educação, ou seja, o país não efetiva as direções da Constituição de 1988 em seu artigo XV.
Em segundo lugar, os impactos disso vão desde a formação de ilhas de calor consoante ao aumento da poluição, até aos engarrafamentos e ônibus defasados. Não à toa, as metrópoles são as maiores transmissoras de poluentes e vítimas de chuvas ácidas. O que é agravado, ainda, pela falta de adaptações nas estruturas dos meios de transporte públicos, visando atender os deficientes, como a urgente implantação de escadas, para os cadeirantes. Além de que no cotidiano da população, emerge os atrasos comprometedores decorrentes do tráfego paralisado.
É, portanto, fundamental a resolução dessa problemática. Para tanto, os governos federal, estadual e municipal devem, conjuntamente, as empresas de transportes mediar ajustes e acordos. Àquela entidade, cabe o amplo acesso às ciclovias em esfera nacional, por intermédio de obras, a fim de reduzir a poluição e incentivar hábitos saudáveis. Como também fornecer incentivos fiscais às empresas, que devem reformar, gradualmente, a frota de ônibus e estações de metrô. Desse modo, então, enfrenta-se uma das consequências da transição do campo para a cidade.