A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 23/06/2020
A facilidade de locomoção de pessoas e bens no perímetro urbano é denominada mobilidade urbana. Contudo, no Brasil, o termo não se faz concreto, tendo em vista as constantes crises de fluidez no tráfego. Dessarte, é imprescindível salientar a condição do transporte público como primordial motivador da crise em questão, pois é um elemento que dificulta a implementação de estratégias para reverter a problemática.
A priori, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 40% da população brasileira considera o trasporte público ruim ou péssimo. Nesse sentido, é possível denotar a motivação da lotação de veículos individuais nas ruas e avenidas das grandes cidades: o transporte coletivo não atende às necessidades de muitos brasileiros. Como conseguinte há, no espaço urbano, uma lotação que dificulta a locomoção de pessoas e produtos, os quais são essenciais para a progressão das atividades cotidianas.
Ademais, dentre a principais estratégias adotadas pelos países desenvolvidos para solucionar a crise da mobilidade urbana está o incentivo ao uso dos transportes coletivos, como em Hong Kong. Entretanto, para que as pessoas passem a utilizar o transporte público é preciso que esses proporcionem conforto e segurança. Nessa lógica, apesar do estado brasileiro adotar medidas de incentivo ao uso do veículo público para diminuir a lotação de carros individuais nas cidades, é necessário que seja adotado projetos para ampliar a capacidade e a qualidade desse automóveis.
Depreende-se, portanto, que é necessário, melhorar a qualidade do serviço de transporte compartilhado para empregar outras medidas secundárias. Para isso, é necessário que o Ministério da Infraestrutura, em parceria com estados e municípios, priorize investimentos para modernizar e ampliar a frota de trasporte coletivo já existente, como ônibus e metrôs, e para dinamizar as possibilidades de locomoção, como oferecer pontos de aluguel de bicicletas. Assim, terá motivos para preferir o trasporte coletivo.
dividual pelo coletivovo.