A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 24/06/2020
Aprovada pela assembléia constituinte, em 1988, a Constituição Federal, garante que todos os cidadãos tem direito a transporte público em ampla qualidade. Entretanto, no Brasil hodierno é discoincidente referente a crescente crise na moblidade urbana. Isso ocorre devido não só a falta de infraestrutura dos transportes comunitários, mas, também, a poluição excessiva que esses veículos emitem.
Deve-se pontuar, de início, que a crescente taxa de veículos individuais no país, deixa evidente o mal investimento governamental nos serviços básicos de transporte. Consoante ao site informativo UOL, em 2019, a frota de carros no Brasil, teve um aumento significativo de 1,4%. Situações cujo ocorre, pela supressão de infraestrutura nas conduções, o grande trânsito das cidades, lotações, e falta de conforto, são as principais causas, que implicam também na emissão de gases poluentes em grande escala.
Além disso, vale ressaltar, que a falta de investimento em conduções públicas, e o aumento da taxa de veículos individuais, resultam na emissão de gases nocivos para o meio ambiente. Logo, esses poluentes causam efeitos maléficos não só no meio ambiente com o efeito estufa, mas, no ser humano também, causando câncer e problemas cardíacos. Contudo, a venda e o uso constantes desses carros agravam a situação cada vez mais.
Portanto, urge a necessidade de solução para tal problemática. Cabe, então, ao Ministério da Infraestrutura, juntamente com o DETRAN, intensificarem vistorias a conduções públicas, e disponibilizarem reformas com prazo estimados de validade. Ademais, incentivarem o uso não só de transportes comunitários, porém, do mesmo modo, de bicicletas, patinetes, assim, como, a empresa ITAÚ oferece; linhas específicas para cada tipo de automóvel, que promova menores chances de engarrafamento. Para que dessa maneira, a crise na modalidade urbana diminua.