A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 18/05/2022

O artigo 5° da constituição Federal de 1988, defende o direito pleno de qualquer cidadão, como, o direito de ir e vir e o bem estar da sociedade. Porém, a crescente crise na mobilidade urbana brasileira, impede que esse direito seja garantido, tendo em vista que, tal problema tem causado insatisfação da população e dificuldade na fluidez das metropóles. Diante disso, é notório que esse problema é provocado pela falta de investimento e irracionalidade populacional.

A princípio, é preciso destacar, que a ausência de investimentos nas cidades se tornam um dos principais precusores da crise na mobilidade urbana brasileira. Sob esse olhar, sabe-se que a base de uma sociedade capitalista é o capital, como explica o filósofo Marx. Nesse sentido, para serem resolvidos problemas dentro desse contexto, faz-se necessário investimento financeiro. Dessa forma, analisa-se que, pelo fato do Estado brasileiro não dá a devida notabilidade a esse problema a sociedade sofre dias de terror para a realização de uma simples atividade, que é trabalhar, para garantir a subsistência da sua família. Por fim, evidenciando a negligência do Estado, tornando mais difícil a vida do trabalhador brasileiro.

Em conseguência disso, a irracionalidade populacional também agrava a fluidez urbana, pois como diria o filósofo hegel a razão rege o mundo, e a população nao percebe que a compra desenfreada de automóveis para tornar suas rotínas mais agéis, tem sido o impulsionador, pois se diminuissem o consumo desses transportes, a concentração nas ruas seria diminuida, e esse problema seria minimizado.

Portanto, percebe-se que, investimentos e racionalidade são fatores essenciais para a melhora da sociedade brasileira. Logo, para promover o bem estar da sociedade e aprimorar a mobilidade urbana é necessário que a prefeitura ( orgão criado para administrar cidades e custear obras e serviços para a população), amplie e pavimente as rodovias, construa ciclovias, e faça a conscientização dos cidadãos por meio de palestras e propagandas, influenciando-os a diminuir o consumo de automóveis. Cumprindo assim, as leis garantidas no art. 5° da constituição de 1988.