A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 05/08/2020
Na contemporaneidade, cada vez mais se nota as problemáticas relacionadas com o deslocamento da população no espaço geográfico brasileiro.Isso se deve,sobretudo,á falta de investimentos nas condições de mobilização e á descrença da população quanto ao uso de outras formas de locomoção, contribuindo para existência de um transito caótico crescente e na redução da qualidade de vida do cidadão. Desse modo, consiste em um grande desafio mitigar a crise na mobilidade urbana do Brasil, sendo necessárias maiores ações dinâmicas entre o poder público e as instituições sociais.
Nessa perspectiva, o Brasil é composto basicamente pelo sistema de rodoviárias, fruto de investimentos do Governo de Juscelino Kubistcheck em meados do século XX,o qual privilegiou esse sistema em detrimento de outros tipos de transporte, colaborando para a falta de mobilidade urbana. Contudo, segundo o site G1.com em conjunto com as prefeituras das capitais,a malha cicloviária brasileira aumentou em 133% em 4 anos com mais de 3 mil quilômetros de ciclovias,gerando um desenvolvimento na mobilidade,além de contribuir para reduzir a emissão de combustíveis fósseis lançados no meio ambiente por meio dos automóveis em geral. No entanto,ainda é necessário haver uma maior integração com outros meios de transporte e um planejamento adequado para alcançar maiores objetivos.
Nesse contexto é válido ressaltar que a problemática da imobilidade urbana no Brasil é bastante crescente devido também a insuficiente conscientização da população e a falta de incentivo ao uso do transporte público, porquanto faltam projetos eficazes os quais viabilizem melhorias eficazes para este, de forma a atender todas as necessidades dos passageiros e garantir a qualidade do serviço.Dessa forma,a precariedade no sistema de transportes públicos torna-se um agravante da vida urbana nacional, em virtude da reduzida qualidade, tais meios se apresentam como desconfortáveis e pouco frequentes em algumas localidades,desse modo,existem regiões onde a frota de transportes não possui a devida integração entre municípios e regiões,prejudicando o tempo de deslocamento do cidadão.
Á luz dessas considerações, é indispensável a criação de medidas que visem o combate a crise da mobilidade urbana brasileira. Para isso,cabe ao Governo,por meio de maiores investimentos dos gastos públicos, promover melhorias em outras classes de transporte coletivos e individuais sustentáveis como trens, metros e o uso de bicicletas com o fim de obter uma maior integração dos transportes e reduzir os inchaços urbanos causados no deslocamento na maioria dos cidadãos,além de aperfeiçoar na interligação entre municípios e regiões metropolitanas.Outrossim,cabe ás instituições de ensino,por meio de debates e palestras e debates educativos, incentivar ao uso de ciclovias por parte dos jovens. com o fito de mitigar os efeitos causados ao meio ambiente com a falta de mobilidade urbana. falta de investimentos nas condições de mobilização e á descrença da população quanto ao uso de outras formas de locomoção, contribuindo para existência de um transito caótico crescente e na redução da qualidade de vida do cidadão. Desse modo,consiste em um grande desafio mitigar a crise na mobilidade urbana do Brasil, sendo necessárias maiores ações dinâmicas entre o poder público e as instituições sociais.
Nessa perspectiva,o Brasil é composto basicamente pelo sistema de rodoviárias, fruto de investimentos do Governo de Juscelino Kubistcheck em meados do século XX,o qual privilegiou esse sistema em detrimento de outros tipos de transporte,colaborando para a falta de mobilidade urbana. Contudo,segundo o site G1.com em conjunto com as prefeituras das capitais,a malha cicloviária brasileira aumentou em 133% em 4 anos com mais de 3 mil quilômetros de ciclovias,gerando um desenvolvimento na mobilidade,além de contribuir para reduzir a emissão de combustíveis fósseis lançados no meio ambiente por meio dos automóveis em geral.No entanto,ainda é necessário haver uma maior integração com outros meios de transporte e um planejamento adequado para alcançar maiores objetivos.
Nesse contexto, é válido ressaltar que a problemática da imobilidade urbana no Brasil é bastante crescente devido também a insuficiente conscientização da população e a falta de incentivo ao uso do transporte público, porquanto faltam projetos eficazes os quais viabilizem melhorias eficazes para este, de forma a atender todas as necessidades dos passageiros e garantir a qualidade do serviço. Dessa forma,a precariedade no sistema de transportes públicos torna-se um agravante da vida urbana nacional, em virtude da reduzida qualidade tais meios se apresentam como desconfortáveis e pouco frequentes em algumas localidades,desse modo,existem regiões onde a frota de transportes não possui a devida integração entre municípios e regiões,prejudicando o tempo de deslocamento do cidadão.
Á luz dessas considerações,é indispensável a criação de medidas que visem o combate a crise da mobilidade urbana brasileira. Para isso,cabe ao Governo,por meio de maiores investimentos dos gastos públicos, promover melhorias em outras classes de transporte coletivos e individuais sustentáveis como trens,metros e o uso de bicicletas com o fim de obter uma maior integração dos transportes e reduzir os inchaços urbanos causados no deslocamento na maioria dos cidadãos,além de aperfeiçoar na interligação entre municípios e regiões metropolitanas.Outrossim,cabe ás instituições de ensino, por meio de debates e palestras e debates educativos, incentivar ao uso de ciclovias e ciclofaixas por parte dos jovens com o fito de mitigar os efeitos causados ao meio ambiente com a falta de mobilidade urbana.